quinta-feira, 13 de outubro de 2011

10 dicas para aplicar maior audiência nas ações de Marketing Direto

 

O mercado passa por reciclagens periódicas e acompanhar a constante mudança do perfil do consumidor, aliado à era digital é um dos desafios do marketing direto, que deve seguir as tendências, mas sem abandonar a receita que continua trazendo maiores resultados para as marcas. Débora Souza, gerente de contas da ZipCode, preparou dicas que podem ajudar nas ações de marketing direto atualmente.
Confira abaixo:

1. Um dos principais fatores de sucesso de qualquer ação de marketing direto é a lista (mailing). De nada adianta a lista ser atualizada se o público-alvo selecionado não está de acordo com a oferta.

2. Caso tenha uma lista própria, comece por ela. Através de alguns procedimentos, como a atualização dos dados e enriquecimento de novos atributos, você terá um banco de dados mais qualificado, principalmente em uma era onde o consumidor é cada vez mais exigente e gosta de se sentir personalizado, exclusivo.

3. Quando locar uma lista, procure listas de empresas sérias. Não se sinta seduzido por preços muito baixos. Se pesquisar antes, verá que os preços praticados por empresas sérias são sempre muito parecidos. Locando listas desqualificadas e ilegais, você ainda contribui para manter uma visão distorcida do resultado que é proporcionado em ações de Marketing Direto. Ao utilizar listas ruins, não terá retorno e, se não tem retorno, achara que o Marketing Direto não funciona.

4. Quando fizer uma ação de e-mail marketing, procure listas completas, com outros atributos, não somente o e-mail. Dessa forma, além de segmentar a lista de acordo com a sua necessidade, poderá fazer outras ações futuras, como, por exemplo, contatar pelo telefone um prospect que recebeu, leu e clicou no seu e-mail marketing.

5. Mensure o resultado da campanha: se não fizer isso, não terá números e, sem eles, não adiantará culpar a lista, o material, o momento etc.

6. A criação/arte, a lista, o conteúdo e o momento da ação devem ser trabalhados juntos. De nada adianta uma lista boa, se o material não for. Ou, também não adianta ter uma lista boa e um material excelente, mas agir no momento errado.

7. Ninguém indica uma empresa sem conhecê-la, por isso, busque sempre indicações. Caso não as tenha, peça para testar uma amostra da lista. Lembrando que, para testar, é preciso que sua campanha esteja muito bem planejada e você tenha tempo para fazer o teste antes.

8. Procure utilizar mais de um canal de comunicação em uma campanha. Existem pessoas mais receptivas ao e-mail marketing, outros à mala direta, outros ao telefone. Uma ação complementa a outra e possibilita um retorno maior.

9. A frequência nas ações é muito importante. Ela trará o relacionamento.

10.  Formalize um contrato para a locação da lista. Nele devem constar as condições comerciais, garantias, origem e limite de utilização dos dados. Nesse caso você estará seguro, caso ocorram problemas futuros.

*Débora Souza, Gerente de Contas da ZipCode, empresa provedora de informações para marketing, crédito, cobrança e anti-fraude.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Internet sofrerá uma modificação radical com centenas de novos domínios

"A internet está a ponto de experimentar uma mudança drástica que afetará todos os usuários com a incorporação de centenas de novos domínios que se somarão aos 22 já existentes, como os .com e o .net", declarou um representante da ICANN.

"Trata-se de um programa que cria a oportunidade para que existam novos domínios de primeiro nível, como os .com/.net/.org e outros, e que são conhecidos por gTLDs" (generic Top-Level Domain (gTLD), afirmou o especialista representante da Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN), Rodrigo de La Parra.

Atualmente existem 22 domínios de primeiro nível, mas, a partir de janeiro de 2012, qualquer indivíduo, entidade, empresa ou organização poderá solicitar a propriedade do seu site. "Isto produzirá uma grande mudança, pois a ICANN espera centenas de solicitações para que exista uma variedade incrível de domínios que acrescentarão competência, inovação e alternativa", acrescentou Parra.

As solicitações serão apresentadas entre o dia 12 de janeiro e 12 de abril, e serão avaliadas. Os novos domínios vão estar disponíveis no prazo de um ano, e poderão ser escritos em qualquer alfabeto, inclusive com símbolos orientais. "Como ninguém podia prever o sucesso do .com, agora ninguém sabe qual o .'algo' terá mais impacto", comentou o especialista, entusiasmado. "A idéia é aumentar a opção dos consumidores e a competição do mercado", explicou.

Não há limite de solicitações e poucas em relação a função. Não se pode, por exemplo, pedir ".país" porque já existem terminações de códigos para os países. Os 22 gTLDs que existem hoje são administrados por 16 empresas que, por sua vez, possuem contratos com milhares de registradores.

"Estamos promovendo o programa na América Latina, porque não existe nenhum domínio de primeiro nível na região", revelou o especialista que participa da XVI reunião anual do Registro de Endereçamento da Internet para América Latina e Caribe (LACNIC).

A ICANN decidiu implementar o programa em maio durante uma reunião em Cingapura e espera que novos registros permitam mais segurança na web. De acordo com um vídeo da entidade, disponível em seu site, "solicitar um domínio de primeiro nível vai custar 185 mil dólares ou mais."

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Mídias sociais desafiam segurança corporativa

Pesquisa do Ponemon Institute Research com 4.640 profissionais de segurança de TI revela que apenas 29% têm ferramentas de controle para mitigar ou reduzir riscos

Na opinião dos profissionais de segurança, o uso das mídias sociais no trabalho é bom para os negócios, mas também cria riscos para os quais faltam ferramentas para análise e combate, segundo os resultados "Pesquisa Global sobre Riscos de mídia", realizada pelo Ponemon Institute Research, a pedido da Websense.

O estudo ouviu 4.640 profissionais de segurança de TI nos EUA, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Austrália, Singapura, Hong Kong, Índia, Brasil e México, todos com uma média de dez anos de experiência. Cinquenta e quatro por cento ocupam cargos de supervisão ou superior, e 42% são contratados por empresas com mais de 5 mil funcionários.

A maioria dos entrevistados (63%) diz que o uso da mídia social coloca em risco a organização, mas apenas 29% deles dizem ter acesso a instrumentos de controles de segurança para mitigar ou reduzir esse risco.

Os maiores riscos são provenientes de funcionários baixando aplicativos maliciosos. Um pouco mais de metade (52%) dos entrevistados disse que suas organizações tinham experimentado um aumento nos ataques de malwares, como resultado de funcionários usando a mídia social. Cerca de 27% disseram que os ataques tinham aumentado em mais de 51%.

Entre as desvantagens mais comuns está o fato de o uso das mídias sociais no trabalho diminuir a produtividade, apontada por 89% dos entrevistados. A necessidade de aumentar a largura de banda foi citada por 77% e outros 54% apontaram como maior desvantagem a perda de informações confidenciais ou a violação das políticas de confidencialidade.

Os funcionários estão usando ferramentas de mídia social com mais frequência para fins não profissionais. A maioria dos funcionários se conecta às redes sociais por razões pessoais: 59% por mais de 30 minutos por dia.

Nos casos em que as organizações têm políticas de uso aceitável para mídia social, 65% dizem que não estão forçados a segui-las ou não têm certeza se elas são aplicadas. Outros 44% disseram que havia uma falta de governança e de supervisão. Só 41% alegaram ter acesso a recursos suficientes para monitorar a aplicação das políticas de uso existentes.

Cerca de 85% dos entrevistados disse que era aceitável o uso de ferramentas de mídia social para se comunicar dentro da empresa e 55% sentiram que era aceitável usar a tecnologia para se comunicar fora da empresa. Mais da metade sentiu que as redes sociais poderiam ser usadas para substituir o e-mail ou o canal de mensagens de texto.

"Com base nessa resposta, acreditamos que as organizações consideram as mídias sociais uma ferramenta positiva para incentivar a colaboração ea construção de relações internas", acreditam os autores do relatório.

As organizações precisam entender os riscos de mídia social através da criação de uma metodologia de avaliação de risco, recomenda o Ponemon Institute. Os funcionários precisam ser educados sobre como seu uso de mídia social pode afetar a empresa e criar uma política abrangente sobre o que constitui uso aceitável.

Cerca de 73% dos profissionais ouvidos identificaram o uso de gateways web seguros como uma forma importante para reduzir as ameaças de mídia social.