sábado, 29 de novembro de 2008

Ta prescisando de Espaço


Espaço de HD nunca é demais, mas os 5 TB (terabytes) de espaço da Princeton DN-503AH-PDC talvez sejam um exagero para um usuário comum. O aparelho, que não é um disco externo, mas sim um tipo de servidor que fica ligado em uma rede, oferece 20 vezes mais espaço de disco do que um computador comum, e chega no mercado japonês durante o mês de dezembro.

Um TB (terabyte) é o equivalente a mil GB (gigabytes)

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Brasil ganha 101 novos institutos de Ciência e Tecnologia

Programa de Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT) vai estabelecer 101 centros de excelência em pesquisas básicas e aplicadas, distribuídos por todo o território nacional.
O Programa dos INCTs (Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia) tem metas abrangentes em termos nacionais, como a possibilidade de mobilizar e agregar, de forma articulada, os melhores grupos de pesquisa em áreas de fronteira da ciência e em áreas estratégicas para o desenvolvimento sustentável do País.
Pesquisa básica e tecnológica
Com a implantação desses centros de excelência, o Ministério da Ciência e Tecnologia pretende impulsionar a pesquisa científica básica e fundamental em níveis competitivos internacionalmente e estimular o desenvolvimento de pesquisa científica e tecnológica de ponta para promover a inovação e o espírito empreendedor, em estreita articulação com empresas inovadoras.
Além de promover o avanço da competência nacional nas diversas áreas de atuação dos Institutos, criando ambientes atraentes e estimulantes para alunos talentosos de diversos níveis, do ensino médio ao pós-graduado, o Programa também se responsabilizará diretamente pela formação de jovens pesquisadores e apoiará a instalação e o funcionamento de laboratórios em instituições de ensino e pesquisa e empresas, proporcionando a melhor distribuição nacional da pesquisa científico-tecnológica, e a qualificação do País em áreas prioritárias para o seu desenvolvimento regional e nacional.
Os Institutos devem ainda estabelecer programas que contribuam para a melhoria do ensino de ciências e a difusão da ciência para a população em geral.
Núcleos estratégicos de pesquisa científica
O Programa de Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT) investirá cerca de R$ 600 milhões em 101 unidades de pesquisas, que passam a ocupar posição estratégica no Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia.
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, informou que o programa, que contava com R$ 523 milhões, recebeu cerca de R$ 70 milhões em reforço financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) e da Petrobras. Este é o maior valor destinado para uma chamada pública para apoio à pesquisa já disponibilizada no Brasil.
Os recursos serão repassados diretamente para o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), que financiará os institutos por meio de editais. "Com isso, podemos aumentar o número de institutos atendidos ainda em 2009", comemorou Sergio Rezende.

Avaliação contínua
O ministro destacou que todos os INCTs serão submetidos a avaliações constantes do CNPq. Já as ações do programa serão acompanhadas pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE/MCT). Rezende destacou que as unidades que não apresentarem os resultados esperados, poderão ter os recursos bloqueados. "Não vamos parar as atividades dos INCTs no primeiro ano. Daremos uma espécie de cartão amarelo, para que a unidade possa se enquadrar e buscar os resultados esperados", explicou.
Institutos em todo o país

Os institutos selecionados começam a funcionar ainda este ano e estão distribuídos pelas cinco regiões do País. O Norte sediará oito institutos, que receberão R$ 42 milhões; no Nordeste, 14 institutos terão R$ 59 milhões; no Centro-Oeste, três instituições terão recursos de R$ 18 milhões; na região Sul os 13 institutos selecionados recebem R$ 53 milhões, e no Sudeste, onde se encontram 63 unidades - o maior número de sedes - o aporte chega a R$ 319 milhões.
Os projetos aprovados recebem financiamento por até cinco anos. Na soma dos recursos que serão disponibilizados, também estão incluídos R$ 30 milhões em bolsas, que serão concedidas pela Capes.

Áreas de atuação dos institutos
Os projetos enviados na demanda induzida, ou seja, aqueles indicados como proposta do comitê gestor, recebem 60% dos recursos. São projetos em 19 áreas consideradas estratégicas, como Biotecnologia, Nanotecnologia, Tecnologias da Informação e Comunicação, Saúde, Biocombustíveis, Energia Elétrica, Hidrogênio e Fontes Renováveis de Energia, Petróleo, Gás e Carvão Mineral, Agronegócio, Biodiversidade e Recursos Naturais, Amazônia, Semi-Árido, Mudanças Climáticas, Programa Espacial, Programa Nuclear, Defesa Nacional, Segurança Pública, Educação, Mar e Antártica e Inclusão Social. O restante será utilizado para apoiar as propostas da demanda espontânea de todas as áreas do conhecimento.

05 Inovações que faram parte da sua vida

O estudo publicado pela IBM 'Next Five in Five' é baseado em tendências sociais e de mercado que devem transformar as vidas das pessoas.

Na atual edição, a companhia aponta maior uso da energia solar, uma "bola de cristal" médica, assistentes virtuais de compra. Essas são algumas das tecnologias que devem se tornar comuns nos próximos cinco anos.

Vale ressaltar que boa parte das tecnologias é pesquisada diretamente pela IBM em seus laboratórios. Ou seja: essa lista pode ter mais a ver com tecnologias que a empresa gostaria que se tornassem padrão nos próximos anos, do que com as inovações que, de fato, farão parte do cotidiano das pessoas. Veja a lista com as previsões abaixo.

1. Energia Solar
Graças a um novo tipo de filme, painéis capazes de transformar raios solares em energia elétrica estarão presentes nas calçadas, muros, garagens, janelas e telhados. Esses filmes terão um custo reduzido e serão finos o suficientes para serem aplicados em qualquer superfície. "Até agora, os materiais usados para produzir painéis solares eram muito caros", disse a IBM. "Essas novas células solares podem ser 'impressas' e aplicadas em qualquer lugar."

2. Bola de cristal para a saúde
As pessoas terão uma espécie de "bola de cristal", que irá monitorar a saúde de seus donos. Essas bolas, na verdade, serão análises de DNA que podem indicar riscos de saúde e o potencial surgimento de doenças genéticas e/ou hereditárias. Segundo a IBM, essas análises custarão cerca de 200 dólares e devem ser acessíveis a uma boa parte da população. A parte boa é que as análises também revelarão sobre as doenças que estamos livres, permitindo que as pessoas, por exemplo, comam carne vermelha sem culpa.

3. Internet "falante"
Em vez de você digitar uma palavra no Google, você vai conversar com o Google (algo semelhante já está disponível para os usuários do iPhone). "Logo usaremos apenas a voz para surfar pela web", disse a companhia. A tecnologia será muito útil para pessoas com deficiências de visão ou de movimentos e também pode ser muito empregada em países como a Índia, onde há uma ênfase maior no idioma oral. Além de pesquisar na web, a IBM imagina que será possível responder e-mails e enviar mensagens instantâneas.

4. Assistente de compras digital
Em vez de perguntar para a namorada (ou namorado) se a calça nova vestiu bem e com qual outra roupa ela combina, as pessoas terão a ajuda de assistentes virtuais. Eles recomendarão acessórios e outras peças, como camisas ou camiseta, que poderão ser escolhidos em um menu. Os vendedores serão notificadas instantaneamente e trarão as peças escolhidas.

5. Lembretes automáticos
Esquecer de comprar o pão antes de chegar em casa vai ser coisa do passado. Segundo a IBM, uma tecnologia vai gravar e analisar suas conversas e depois o lembrará das tarefas automaticamente, graças ao GPS dos telefones celulares e câmeras e microfones que estarão espalhados por todos os lugares. Por exemplo, durante uma consulta, o médico recomenda que você não beba álcool por um mês. Ao entrar em um bar, o celular vai disparar mensagens avisando que você contrariou a recomendação médica. Divertido, não?

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Tectoy anuncia videogame para reduzir pirataria

Quando você pensa em videogame, vêm à sua cabeça o console e um DVD ou algum tipo de cartucho com o jogo? O modelo que vem dando certo ganha nova proposta até março do ano que vem; o Zeebo, equipamento projetado pela norte-americana Zeebo e em produção na fábrica da Tectoy em Manaus.
No Zeebo, os jogos são armazenados na memória do console e disponibilizados a partir de downloads feitos pela rede ZeeboNet 3G.
A conexão com essa rede é sem fio e o jogador não precisa usar um modem especial, ter acesso à banda larga ou pagar qualquer mensalidade. Basta ligar o console na TV.
Como é fabricado em território nacional, o Brasil será a porta de entrada do videogame em todo o mundo. Em seguida, será oferecido para licenciamento em outros países, com foco especial nos mercados emergentes.
“Este modelo de negócio é totalmente inovador e trata-se da primeira iniciativa realmente antipirataria do mercado de games”, afirma Fernando Fischer, CEO da Tectoy.
Para a executiva, a pirataria é um círculo vicioso e o Zeebo poderá rompê-lo ao oferecer jogos originais por preços baixos e tecnicamente imunes à pirataria, já que não podem ser gravados ou transferidos para outros equipamentos ou mídias.
A idéia do Zeebo nasceu em 2006, dentro da própria Tectoy. “O Zeebo é um projeto global que envolveu empresas de sete diferentes países: Brasil, Estados Unidos, Argentina, China, Israel, Japão e França”, afirma Fischer.
O Zeebo foi pensado principalmente para os consumidores dos países emergentes. Segundo projeções do banco norte-americano Goldman Sachs, mais de 800 milhões de pessoas deverão ascender para a classe média na próxima década apenas no chamado mercado BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). “Esses consumidores estão ávidos por uma opção de entretenimento e educação de altíssima tecnologia e preço acessível e o Zeebo oferece isso”, diz Fischer.
No Brasil, o Zeebo será lançado com 6 jogos instalados – Action Hero 3D, Treino Cerebral, Prey Evil, Quake e mais 2 jogos de um grande Publisher, que será anunciado nas próximas semanas.
Além desses títulos, o catálogo inicial do Zeebo conta com 10 jogos para a plataforma e que custarão a partir de R$ 10. Todos em português. Em 2009 serão mais de 50 jogos.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Urna Eletronica não é segura diz especialista

Especialistas em tecnologia que participaram da audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara nesta terça-feira afirmaram que a urna eletrônica não é segura. Os participantes explicaram aos deputados várias formas de fraude que podem ocorrer durante o processo eleitoral. A maior parte delas não é detectável e não pode ser comprovada. Como o voto não é mais impresso, não há uma forma de refazer a apuração e não há provas materiais da fraude para um eventual processo judicial.

O professor de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UnB) Pedro Dourado Rezende disse que o modo mais seguro de evitar fraudes é dar ao eleitor a possibilidade de fiscalizar o processo. Para isso, é preciso haver um registro impresso da votação.

Pedro Rezende explica as características exigidas em uma eleição. - O processo eleitoral é avesso à informatização. Por um motivo muito simples: ele exige duas propriedades, duas qualidades, dois objetivos que são antagônicos no virtual: o sigilo para que não seja identificado o eleitor com o voto e a correta soma. [A urna eletrônica] é um sistema que elimina as formas de varejo de fraude, mas ao custo e ao preço de introduzir formas por atacado e invisíveis de fraude, as quais o eleitor e as potenciais vítimas não têm como demonstrar - afirmou.

Para o diretor da empresa Microbase Tecnologia, Frederico Gregório, "os resultados das eleições feitas apenas com urnas eletrônicas não são confiáveis". A Microbase é a responsável pelo sistema operacional VirtuOS, que foi utilizado em grande parte das urnas eletrônicas brasileiras até a penúltima eleição.

Gregório afirmou que sua empresa foi contratada em 1998 para resolver um problema apresentado pelas urnas. Segundo ele, em 2008 houve uma mudança no sistema operacional, e a falha voltou a acontecer. O diretor da Microbase disse que, nas últimas eleições, aproximadamente 30% das urnas tiveram problema, percentual muito acima do normal, que é de 2% a 3%.

Especialistas e deputados lembraram ainda que o Brasil é o único país que usa apenas a urna eletrônica, sem impressão do voto. A opinião comum é que outras nações temem eliminar a prova material do voto.

O presidente da subcomissão especial de Segurança do Voto Eletrônico, deputado Magela (PT-DF), resumiu as propostas que estão sendo analisadas na comissão. - Nós queremos propor que o voto possa ser materializado, ou seja, que tenha um papel para que, caso haja dúvidas dos partidos ou da sociedade, possa ser feita uma recontagem. Além disso, queremos garantir aos partidos políticos e à sociedade como um todo a possibilidade de fiscalizar o processo eleitoral desde o início da elaboração do programa até a divulgação do resultado. Todo o processo tem que ser transparente. Hoje, nós não temos instrumentos de fiscalização nem transparência - ressaltou.

O professor Pedro Rezende criticou o processo de auditoria das urnas. Ele destacou que a fiscalização e o julgamento do processo eleitoral são feitos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ou seja, pela própria autoridade que executa as eleições.

Ele recomendou ainda uma forma simples para evitar as fraudes no cadastro dos eleitores. No momento da eleição, bastaria o eleitor ter o dedo pintado com uma tinta que saia dois ou três dias depois da votação. Pedro Rezende acredita que a tinta no dedo é uma forma de os próprios eleitores fiscalizarem uma parte do processo, evitando que um cidadão vote várias vezes.

O deputado Gerson Peres (PP-PA), que sugeriu o debate, informou que a comissão fará mais uma audiência com técnicos da Justiça Eleitoral e depois apresentará sugestões para melhoria do processo eleitoral.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

OLHA SO A NOVIDADE



Armamento estava em esconderijo da Camorra próximo a Nápoles.
Arma disfarçada pode disparar até quatro tiros, segundo os policiais
.

Loucura total, imagina agora se essa moda pega o que vai ter de arma disfarçada com produtos Mac nem se fala, pensem em uma Imetralhadora da Apple.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

DICAS E PROGRAMAS

A partir de hoje vc vai encontrar dicas e programas uteis e iinteressantes para vc. Todo dia um novo programa e uma nova dica para você colecionar.

bom proveito,

Até la

CURSOS SUPERIORES A DISTANCIA NA BERLINDA

Exatos 1.337 pólos de cursos de graduação a distância foram fechados pelo Ministério da Educação (MEC) em todo o País. Os centros de apoio aos alunos não eram registrados no ministério e, segundo o secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, “estavam com oferta muito desqualificada”. Em alguns faltavam laboratórios, bibliotecas e até mesmo coordenadores.

“É uma medida muito forte de fato, porque descontinua uma oferta muito grande, mas nós não temos nenhuma dúvida que estamos corretos porque é muito importante garantir a qualidade do processo de ensino superior a distância”, defendeu Bielschowsy em entrevista à Agência Brasil.

Os pólos pertencem a três das quatro instituições que foram supervisionadas pelo ministério: Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi), de Santa Catarina, e a Faculdade Educacional da Lapa (Fael), do Paraná. O ministério também encontrou irregularidades na Universidade do Oeste do Paraná (Unopar), mas não será necessário fechar pólos ou cortar vagas.

O MEC ressalta que os alunos já matriculados em cursos apoiados nesses pólos não serão prejudicados. Os estudantes serão remanejados para pólos próximos. “Quando isso não for possível, vamos manter esses lugares de oferta até o final da formatura desses alunos e as instituições terão que fazer investimentos para melhorar a qualidade. Mas não será permitido mais ingressos”, explicou o secretário.

A maioria dos pólos fechados são da Untins e da Fael, que compõem o Sistema Eadcon. Procurada pela reportagem, a instituição não quis se manifestar e, em nota, informa que as negociações com a Unitins e a Fael para sanear os problemas detectados pelo MEC estão em estágio avançado. Segundo o ministério, as instituições têm prazo de um ano para solucionar os problemas, caso contrário tem início um processo que pode chegar ao descredenciamento dos cursos.

Outras quatro instituições estão passando pelo mesmo processo de avaliação e poderão ter pólos fechados. Bielschowsky aponta que algumas faculdades cresceram muito rápido e hoje menos de 10% delas concentra 75% das matrículas. Ele recomenda que o estudante, antes de escolher um curso de educação a distância, visite o pólo presencial da sua cidade para checar as condições do local. Ele também deve confirmar no site do MEC se a instituição e o pólo são registrados.

“Se eu fosse aluno, a primeira coisa que eu faria seria conversar com um futuro colega. Pergunte se ele está estudando muito, se dedicando, fazendo provas. Se ele falar que está levando, que o curso é fácil, não faça. Um curso de educação a distância requer muito estudo. Não faça porque não vai aprender e só vai ter um diploma para botar na parede, sem melhoria para sua vida profissional”, alertou.

Forças militares americanas banem dispositivos USB

O uso de drives USB, CDs e outras mídias de armazenamento foi proibido dentro de redes militares, e não foi apenas pelo risco da entrada de um vírus.

Segundo o blog Danger Room da revista Wired, o banimento também foi promovido porque estas ameaças demonstram quão vulneráveis são as redes das forças armadas americanas a ataques virtuais inimigos.

Em um email do comando estratégico dos EUA, reproduzido pelo site Inside Defense (cadastro é necessário), os responsáveis pela decisão informam que com o tempo a postura do exército quanto à proteção de suas redes não acompanhou os esforços dos inimigos de invadir, explorar e destruir.

"A decisão de impedir o uso de mídia regravável removível é um componente chave na estratégia de defesa contra ataques e estabelece um padrão para proteção de sistema de informação", informa o email, que acrescenta que graças ao uso de cartões de memória uma importante via de ataque foi aberta aos inimigos.

" Softwares maliciosos (malware) programados para se anexar em dispositivos de memória entraram em nosso sistema", termina o email concluindo que apenas com treinamento e processos será possível ganhar o controle de novo.

Tais perigos estão em alta, graças à popularização de dispositivos removíveis, com estimativas apontando um crescimento de 10% na detecção de vírus nestes equipamentos durante 2008, noticiou o site ZDNet.