quarta-feira, 30 de abril de 2008

HP anuncia nova tecnologia que pode substituir memórias DRAM

Sâo Paulo - De acordo com a empresa, a descoberta do elemento “memristor” pode revolucionar a maneira pela qual os dados são armazenados.

Os laboratórios de pesquisa da HP conseguiram provar a existência do quarto elemento fundamental de um circuito em engenharia elétrica - além do capacitor, resistor e indutor. Antes da descoberta, a existência do elemento chamado “memristor” era considerada uma possibilidade teórica.

De acordo com a HP, o elemento pode revolucionar a maneira pela qual os circuitos armazenam informações. Na prática, diz a empresa, as memórias não perderiam os dados, consumiriam muito menos energia e estaria eliminada a necessidade de reiniciá-las.

Em comunicado oficial, a HP garante: “[os chips produzidos com a tecnologia] associariam informações de maneira semelhante ao processo do cérebro humano”.

O estudo foi publicado na revista Nature por quatro pesquisadores do laboratório da HP. Por meio de um modelo matemático, a equipe liderada por R. Stanley Williams deu um exemplo do “memristor” (palavra formada pela combinação de “memory resistor”), que tem a capacidade de reter a história da informação que adquiriu.

“Descobrir algo novo e tão fundamental no maduro campo da engenharia elétrica é uma grande surpresa, especialmente por ser uma descoberta que tem implicações significativas para o futuro da ciência computacional”, disse Williams em comunicado oficial.

A HP afirma que, a partir do "memristor", novos tipos de memórias poderiam ser desenvolvidos para substituir a DRAM (dynamic random access memory). Ao contrário da DRAM, que perde a informação quando não têm energia e precisam reiniciar, a nova memória não precisaria disso.

Acesso à internet deve chegar a 80% dos brasileiros até 2010, diz ministro

O número de brasileiros com acesso regular à internet deve quase triplicar até 2010, afirmou nesta quinta-feira o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende. Em entrevista a emissoras de rádio no estúdio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o ministro disse que, se confirmada a previsão, o número de internautas no país deve passar dos atuais 60 milhões para pelo menos 150 milhões.

- Estimamos que, até 2010, teremos 80% da população brasileira acessando regularmente a internet de uma forma ou de outra. Essa é uma meta global - garante.

Durante conversa com jornalistas de todo o país, o ministro ressaltou as iniciativas do governo para promover a inclusão digital. A ampliação do número de laboratórios de informática com redes de internet nas escolas públicas foi apontada como uma das prioridades dos Ministérios da Ciência e Tecnologia e da Educação.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Microsoft lança SP3 em inglês, mas brasileiros terão que esperar até maio

Microsoft divulga última grande atualização para Windows XP nesta terça-feira; versão em português chega apenas em 9 de maio.

A Microsoft lança nesta terça-feira (29/04) a versão em inglês do Service Pack 3 para Windows XP, última grande atualização que o sistema operacional mais popular do mundo terá.

O pacote, que congrega todas as atualizações de segurança para o sistema desde 2004, quando o Service Pack 2 foi lançado, junto a melhorias de desempenho pontuais, tem 580 MB e poderá ser baixado no site da companhia.

O Service Pack divulgado nesta terça, porém, é destinado apenas a usuários que tenham o Windows XP em inglês.

Brasileiros com a versão em português do sistema operacional serão obrigados a esperar até o dia 9 de maio, quando o SP3 nacional chega às redes TechNet e MSDN.

A diferença de tempo entre o lançamento da versão em inglês e a em português é prática padrão da Microsoft - o Service Pack 1 do Windows Vista demorou quase um mês para ganhar versão traduzida.

O pacote de atualizações chegará ao Windows Update, onde deverá atingir o grande público, a partir da primeira quinzena de junho, segundo confirmou a Microsoft Brasil.

O SP3 chega à internet praticamente dois meses antes da data limite definida pela Microsoft para que o Windows XP pare de ser ofertado pré-instalado ou em caixas para usuários finais, prazo postergado pela Microsoft em razão dos protestos de entusiastas do XP.

Neste meio tempo, a companhia estendeu a vida do Windows XP para ultraportáteis, como forma de não dar um setor crescente de notebooks incentivado pela plataforma Atom, da Intel, inteiramente para distribuições Linux.

O CEO da empresa, Steve Ballmer, considerou a possibilidade de ampliar o prazo para venda do XP no mercado mundial, algo prontamente negado pela Microsoft.

Ainda que não estenda, a companhia ainda deverá ver seu sistema lançado em 2001 sendo vendido nas lojas.

A Dell confirmou que usará as regras para downgrade do Windows Vista para continuar ofertando o Windows XP em suas máquinas após o prazo estabelecido pela Microsoft.

Com novos softwares, Microsoft e Google levam rivalidade até o espaço

Agência EFE

WASHINGTON - Os gigantes tecnológicos Microsoft e Google levarão em breve sua rivalidade para além da internet, até um lugar sem limites: o espaço.

As duas empresas começaram sua corrida espacial particular com dois serviços semelhantes que aproximam galáxias e planetas dos internautas graças a alguns dos mais avançados telescópios e satélites do mundo.

A Microsoft pretende lançar ainda este semestre um serviço chamado WorldWide Telescope, um telescópio virtual que mostrará 1,2 milhão de galáxias - mais de 2 bilhões em um futuro próximo - aos usuários do Windows.

Já a Google apresentou em agosto o Sky, um serviço semelhante a sua ferramenta Google Earth mas com imagens do espaço acessadas diretamente da internet sem necessidade de instalar nenhum programa.

Ambos permitem ao usuário navegar livre e gratuitamente pelos céus e se baseiam em dados fornecidos por telescópios e satélites como o Hubble e o Spitzer Infrared.

- A Microsoft lançará o WorldWide Telescope como uma ferramenta gratuita para a comunidade educativa e astronômica com a esperança de inspirar as pessoas a explorarem e entenderem o Universo como nunca fizeram antes - afirma o gigante dos softwares.

O projeto é dedicado à memória do cientista americano Jim Gray, membro da Microsoft Research, que faleceu no ano passado enquanto navegava em um veleiro perto de San Francisco.

Como os demais serviços do Google, o Sky é gratuito para o usuário, mas, neste caso, sequer inclui anúncios publicitários - pelo menos por enquanto.

Alinhados com este espírito altruísta, os dois grupos tecnológicos deixaram de lado o belicismo nesta guerra nas estrelas particular e não descartam inclusive uma cooperação no futuro.

Segundo o jornal "The Washington Post", os dois programas poderão ser compatíveis algum dia.

- Se existe uma coisa universal, é o céu e o espaço - disse Lior Ron, gerente de produto do Google Sky, ao jornal americano.

No entanto, as duas ferramentas apresentam diferenças e são fruto de processos muito diferentes.

O Google Sky nasceu quase como um hobby nos 20% de tempo de trabalho os quais a empresa permite que seus empregados se dediquem a idéias próprias. Algumas delas, como o serviço de e-mail Gmail, se transformaram em grandes sucessos.

O serviço é fácil de utilizar, embora a qualidade das imagens ainda seja melhorável em alguns casos, e os usuários podem inserir informação adicional como ocorre no Google Earth e no Google Maps.

O navegante espacial pode aplicar o zoom sobre as fotos, ouvir podcasts sobre os objetos celestes ou pesquisar dados, como quanto tempo levaria para viajar da Terra a qualquer ponto do universo.

Já o WorldWide Telescope foi desenvolvido por alguns dos principais engenheiros da Microsoft e está orientado tanto aos usuários particulares quanto à comunidade científica.

O grupo estuda lançar, inclusive, uma versão para profissionais.

Uma das principais características do WorldWide Telescope adiantadas pela imprensa americana é que permitirá criar visitas guiadas por determinadas partes do céu.

Os usuários poderão inserir comentários, música e compartilhar estas viagens multimídia com outros fãs da astronomia.

Fusão entre Oi e BrT pode prejudicar consumidor final, dizem advogadas

A compra da Brasil Telecom pela Oi, anunciada na última sexta-feira (25/04), pode ter impactos negativos aos consumidores, de acordo com as associações de defesa do consumidor Fundação Pro Teste e Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

Embora as áreas de concessão das operadoras não se sobreponham atualmente, as entidades de defesa do consumidor acreditam que este tipo de concentração pode reduzir a competição no mercado, tendo impacto negativo na queda de preços e na qualidade dos serviços prestados.

Na opinião de Daniela Trettel, advogada do Idec, o argumento de que juntas as operadoras poderiam obter redução de custos é valido, porém não significa que isso será repassado ao consumidor. “Nunca vi nenhum prestador, a não ser que tenha imposição governamental, diminuir preços se ele não tem perigo de perder o cliente para a concorrência”, argumenta a advogada.

Para Maria Inês Dolci, advogada da Pro Teste, se não forem estabelecidas garantias legais, os consumidores também podem enfrentar problemas no dia-a-dia. “Toda fusão leva a queda de qualidade dos serviços”, argumenta a advogada. “Muitas vezes os contratos não são mantidos. É uma ameaça ao consumidor”, alerta especialista.

A advogada defende que a integração das infra-estruturas das operadoras terá que ser ágil, para não acarretar em problemas como lentidão nas ligações, má prestação de serviços e cobranças indevidas.

Para que a fusão de 5,8 bilhões de reais se concretize, são necessárias mudanças no PGO (Plano Geral de Outorgas), pois atualmente a lei proíbe que uma operadora compre outra que atua em área diferente da sua – justamente para evitar a concentração. Essas mudanças devem levar pelo menos dois meses, segundo a Pro Teste.

Neste período, as associações defendem que a Anatel deve impor condições para que a fusão beneficie o consumidor. “Cabe ao órgão regulador propor instrumentos para preservar a concorrência, pois eles são fundamentais”, disse Dolci.

“É preciso uma postura mais forte da Anatel e do Ministério das Comunicações no estabelecimento de metas de qualidade de serviço, na fiscalização, e na aplicação de multas, que são instrumentos já disponíveis”, defende Daniela.

Segundo a especialista do Idec outras medidas podem ajudar a garantir a competição, como o compartilhamento da rede com outras operadoras, a proibição de que a operadora participe da licitação de novas tecnologias e até mesmo a criação de incentivos aos concorrentes.

Outro ponto de preocupação, para Daniela, é o precedente que esta fusão pode abrir. Segundo ela, a Telefônica já sinalizou que apóia a fusão desde que possa participar do leilão do espectro para oferta do WiMax – tecnologia de banda larga sem fio – na sua área de concessão, operação até então vetada pela Anatel.

“É muito ruim para o consumidor, porque a internet brasileira já está nas mãos das operadoras de telefonia fixa. Se isso for permitido, elas também vão abocanhar esse mercado, acabando com as chances de concorrência”, argumenta ela.

A fusão Oi-BrT cria a maior rede de banda larga do País, com mais de 3 milhões de assinantes (aproximadamente 1,5 milhão de cada, em dezembro de 2007), uma vantagem de 1 milhão de assinantes sobre a Telefônica.

Juntas, as operadoras também contabilizarão 22,3 milhões de assinantes de telefonia fixa - o equivalente a mais de 63% de participação de mercado – e 22,5 milhões de clientes móveis (18,2% do mercado).

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Intel corta preços de chips em até 50% para competir com AMD

Framingham - A empresa reduziu os preços de uma dúzia de modelos de processadores, principalmente aqueles feitos em 65 nanômetros.

A Intel está cortando os preços de alguns dos seus processadores em até 50%, um claro ataque à rival AMD, conhecida por ser a alternativa em preços no mercado de chips.

O anúncio foi feito no site da Intel, no domingo (20/04). A empresa reduziu os preços de uma dúzia de modelos de processadores. Segundo o porta-voz Patrick Ward, a maior parte dos cortes foi feita nos chips de 65 nanômetros, que estão sendo gradativamente descontinuados em favor dos modelos de 45 nanômetros.

“Estamos no processo de atualizar nossa linha. Se você vê um chip de 65 nanômetros, é tecnologia mais velha e estamos nos afastando dela” disse ele.

Na nova lista de preços, o valor do Core 2 Quad Processor Q6700 caiu de 530 dólares para 266 dólares, em lotes de mil unidades – uma variação de 50%. O Intel Xeon X3230 também teve o preço reduzido pela metade, de 530 dólares para 266 dólares.

Outros destaques foram o Core 2 Duo E6850, cujo preço caiu de 266 dólares para 183 dólares – uma redução de 31% - e o Intel Celeron 430 teve um corte de 23%, chegando ao preço final em 34 dólares. No Intel Xeon 3085,a queda foi de 266 dólares para 188 dólares.

Para Dan Olds, analista do Gabriel Consulting Group, é comum a Intel cortar os preços de chips, mas não cortes tão agressivos em tantos chips de uma vez.

“Isso realmente coloca pressão sobre a AMD”, ele acrescentou. “A Intel cobre o mercado do nível mais alto ao mais baixo, com múltiplas escolhas em praticamente qualquer patamar de preço – todos competitivos em preço e performance. Resumindo, não está fácil competir com eles”, destacou o analista.

A AMD disse que está dentro do cronograma para entregar seus primeiros chips de 45 nanômetros em volume no quarto trimestre deste ano. Se cumprir o prazo, a empresa estará um ano trás da rival Intel, que iniciou a venda dos chips Penryn de 45 nanômetros em novembro passado.

domingo, 27 de abril de 2008

A vida online cada dia mais presente

A cada dia que passa o ser humano depende mais dos meios de comunicação baseados nos pcs. Para isso surge inumeros recursos para que a nossa vida passa a ser mais produtiva (principalmente no axpecto profissional). No mundo cada dia mais competitivo, na qual vc e forçado a ter respostas rapidas e eficientes podemos ter na informatica e um instrumento preciso paraalcansar tal resultado. Para isso a partir de amanha colocaremos a cada dia uma dica de produtividade baseada nos computadores e na internet.

Não perca, e até la