sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Perfil online é currículo do futuro

Um a cada cinco empregadores diz fuçar rede social de candidato para decidir contratação, diz pesquisa.

Currículos impressos no papel podem se tornar obsoletos em um futuro próximo, já que um em cada cinco responsáveis por contratar funcionários afirmaram que preferem investigar candidatos por redes sociais – e um terço deles desistir dos candidatos após checar o que está publicado nos sites.

Uma pesquisa feita pelo CareerBuilder.com com 3.169 executivos que selecionam candidatos a vagas de emprego revelou que 22% deles fazem triagem de funcionários em potencial por meio da análise de perfis de redes sociais; em 2006, a porcentagem era de 11%.

Outros 9% disseram que ainda não fazem isso, mas pretendem começar em breve.

De acordo com a pesquisa, 34% daqueles que investigam candidatos na internet encontram conteúdos que os obrigam a desistir de contratar a pessoa.

Para 41% desses entrevistados, as informações que mais os levam a desprezar o candidato são as relacionadas a consumo exagerado de bebidas alcoólicas e uso de drogas.

Fotos e informações inapropriadas e provocativas são o segundo tópico que mais desagrada.

Candidatos também são desqualificados por demonstrarem poucas habilidades de comunicação e tendências a comportamentos preconceituosos, mentirem a respeito de qualificações e adotarem nomes nos perfis que não são adequados ao ambiente profissional.

Modem que viabilizará banda larga pela rede elétrica custará R$ 100

São Paulo - Atualmente em desenvolvimento na Universidade Federal de Juiz de Fora, aparelho deverá ser montado no Brasil para cortar custos.

A estréia da banda larga pela rede elétrica em São Paulo e em Curitiba, organizadas, respectivamente, pela AES Eletropaulo e pela Copel, se beneficiarão de um modem com preço máximo de 100 reais.

A Universidade Federal de Juiz de Fora está desenvolvendo um modem nacional com preço de 100 reais e com velocidade atual de 500 MB na camada física.

Atualmente, equipamentos do tipo são distribuídos apenas por importação, o que faz com que o hardware saia por cerca de 400 a 500 reais.

“A idéia é que seja barato. Queremos uma solução com qualidade, feita em território brasileiro, que facilite a popularização”, conta Moises Ribeiro, coordenador do projeto. Ele acrescenta que a velocidade do modem pode "facilmente" subir para 700 a 750 MB na camada física.

Com a produção nacional de modem, a oferta de banda larga pela rede elétrica poderá ter valores mais acessíveis do que as tecnologias de TV a cabo e ADSL.

Para o projeto, a universidade recebeu pouco mais de 1 milhão de dólares da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e parceria de empresas privadas. A produção em escala, relata, deve começar a acontecer em 2010.

O professor Ribeiro destaca que o modem vai funcionar tanto para indoor quanto outdoor. “O seu acoplamento permite isso”, disse. Ele destacou também que “haverá dispositivos para transportar os sinais de ambientes indoor para outdoor”.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Estamos de volta

A partir da proxima 5º feira estamos de volta com o que ha de novo no mundo da tecnologia. Um grande abraço.